As empresas naturalmente sofrerão com a crise mundial: operadoras, prestadores, clínicas de imagem, laboratórios, e aí incluindo os fabricantes de medicamentos. Quem diria, eles também sentirão a crise, mas certamente vão trazer novidades e inserir no mercado novas técnicas e medicamentos de última geração. E se não tiver quem compre? Como presidente de uma instituição de autogestão e representante do Segmento, tenho feito inúmeros alertas para que as empresas preparem-se para um ano tumultuado, difícil, com reivindicações de aumentos e histórias tristes de que se não trabalharmos em conjunto, seremos responsáveis por perdas irreparáveis. Lógico que a parceria sempre será o melhor caminho, mas o conflito, lamento, vai ser inevitável. Para os meus pares, relembro que temos que nos munir de informações e dados fidedignos para enxergarmos a realidade e, quem sabe, atingirmos um patamar que seja ideal para, não digo vencermos, mas chegarmos equilibrados até o fim do ano (o que já será uma importante vitória). Está bem, vai ser um ano de sacrifício para todos, já que a ordem é sobreviver. Vamos ser criativos, inovadores e corajosos para não sobrar apenas para os nossos beneficiários, que, às vezes, não têm nem a quem reclamar.
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