Indústrias farmacêuticas foram proibidas de financiar programas de educação continuada na Universidade de Michigam, um dos maiores centros universitários dos Estado Unidos. A decisão foi tomada pela própria universidade e passará a valer a partir de 2011.
De acordo com a universidade, o objetivo da decisão é que o corpo docente da instituição possa prover aos alunos uma educação livre, embasada nas melhores evidências científicas e baseada em uma visão equilibrada dos assuntos discutidos em aula
A Universidade recebe atualmente cerca de US$1 milhão de indústrias farmaceuticas para financiar seus cursos de medicina. Nos EUA a estimativa é de que esta indústria destine ao menos US$ 1 bilhão para cursos de medicina no país.
Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/SB_Web e fique por dentro das principais notícias do setor.